domingo, 16 de outubro de 2011

Consumo de gorduras saturadas e trans aumenta risco de depressão


Pesquisadores das universidades espanholas de Navarra e Las Palmas de Gran Canaria demonstraram que existe uma relação entre a ingestão de gorduras trans e saturadas e o risco de sofrer depressão. Este é o resultado de um estudo realizado durante seis anos com 12.059 voluntários, cuja dieta, estilo de vida e doenças foram analisados.
Segundo o centro acadêmico de Navarra, nenhum voluntário sofria de depressão no início do estudo, mas no final foram detectados 657 casos. Os participantes com um elevado consumo de gorduras tipo trans - presentes de forma artificial na confeitaria industrial e em fast-food, e de forma natural em alguns produtos lácteos - apresentaram um risco de depressão de até 48% maior que os participantes que não as consumiam. Assim explicou Almudena Sánchez-Villegas, professora titular de Medicina Preventiva da Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, primeira autora do trabalho. (Continue lendo a matéria clique aqui)

Apenas 37% dos paulistanos com depressão procuram ajuda


Apenas 37,3% dos paulistanos acometidos por um episódio de depressão no período de um ano procuraram tratamento, segundo estudo realizado por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A pesquisa indicou ainda que 10,4% dos 5 mil entrevistados na região metropolitana de São Paulo tiveram depressão nos últimos 12 meses. O índice verificado em entrevistas, entre 2004 e 2007, foi o mais alto entre os 18 países que foram avaliados no trabalho. (Continue lendo a matéria clique aqui)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Saiba o que é diabetes

Existem 3 tipos de diabetes:


O diabetes tipo 1 costuma ser diagnosticado na infância. Muitos pacientes são diagnosticados acima dos 20 anos. Por causa dessa doença, o corpo produz pouca ou nenhuma insulina. São necessárias injeções diárias de insulina. A causa exata é desconhecida. A genética, os vírus e os problemas autoimunológicos podem ter uma participação. 


O diabetes tipo 2 é de longe o tipo mais comum. Ele compreende a maioria dos casos de diabetes. Ele ocorre geralmente em adultos, mas cada vez mais os jovens vêm sendo diagnosticados com essa doença. O pâncreas não produz insulina suficiente para manter normais os níveis de glicose no sangue, geralmente porque o corpo não responde bem à insulina. Muitas pessoas não sabem que têm diabetes tipo 2, mesmo sendo uma doença grave. O diabetes tipo 2 está se tornando mais comum por causa do aumento de casos de obesidade e da ausência da prática de exercícios físicos. 


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Saiba como usar o glicosímetro (aparelho verificador do nível de açúcar no sangue)

Pratique os melhores exercícios contra obesidade

Enfrentar a obesidade requer muita determinação. Só de pensar no ritmo de mudanças de hábitos, o suor escorre? Então aproveite para transpirar em nome da boa forma, com as dicas dos especialistas. 

A primeira medida é buscar orientação médica para descobrir a intensidade de treino que o seu corpo é capaz de suportar. "Os excessos são perigosos em qualquer situação. Mas, no caso de um paciente obeso, a saúde é ainda mais frágil", afirma o personal trainer Marcelo Joaquim, do Centro de Cirurgia Obesidade e Metabólica. Se você quer eliminar peso e ganhar saúde, acompanhe as sugestões de treino que o Minha Vida apurou juntos aos especialistas. (Continue lendo a matéria clique aqui)

Saiba como usar o esfigmomanômetro (aparelho de pressão)

5 verdades incríveis sobre Hipertensão

Uma inimiga que ataca lenta e silenciosamente. É assim que, na maioria das vezes, os médicos se referem à hipertensão. Mais popularmente conhecida como pressão alta, já pode ser considerada o principal fator de risco para a saúde do brasileiro. Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial cresceu de 21,5%, em 2006, para 24,4%, em 2009. Ou seja, 1 em cada 4 brasileiros sofre de pressão alta. O pior, alerta a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), é que apenas 10% dos hipertensos brasileiros seguem tratamento adequado. Cerca de 1/3 deles nem desconfia que tenha a doença.

"No Brasil, a hipertensão já é responsável por 47% dos infartos, 54% dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) e 37% dos casos de insuficiência renal. Atualmente, a doença mata 7,6 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo. Só no Brasil são 300 mil mortes que poderiam ser evitadas", alerta o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, da SBC. Para combater essa "inimiga silenciosa", a SBC está empreendendo uma verdadeira cruzada contra a doença. Com o apoio de outras entidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), está lançando a campanha Eu Sou 12 por 8. O objetivo é alertar a população para os riscos da hipertensão não controlada. (Continue lendo a matéria, clique aqui)